Brasão

O filete de preto proclama a importância do lençol petrolífero submarino, promissora fonte de riquezas do município.
A semelhança com o escudo de Macaé, evoca a fraternidade existente entre as duas comunidades antes unidas.
A coroa mural que é de oito torres e de prata, é a reservada as cidades, capitais de município aberta de verde a dizer da esperança, e a proclamar o caráter pacífico e hospitaleiro da gente quissamaense.
As palmeiras imperiais, marco da paisagem de Quissamã, recordam as antigas fazendas e seus senhores, que no passado ergueram as bases da atual comunidade. Por seu porte altivo simbolizam a grandeza das aspirações do povo que sempre está crescendo e buscando um ideal cada vez mais elevado.
A presença dos ramos de cana-de-açúcar sustentando o escudo exalta a sua importância como base da economia da cidade.
O listel de prata, indicativo de integridade e amizade, com letras de azul, de justiça e perseverança, resume o perfil do povo de Quissamã que viu a criação da freguesia de Nossa Senhora do Desterro de Quissamã no ano de 1749 e em 1989 contribuiu para a realização do sonho de emancipação política.
O escudo português ou ibérico, comumente usado na heráldica de domínio brasileira, lembra, no brasão de Quissamã, a herança de seus primeiros colonizadores, o campo do escudo em verdade, símbolo da esperança e de um futuro promissor realça também a importância da agricultura na economia do município, recordando os canaviais, os campos de pasto e as restingas.
A cruz elevada evoca a formação crist㣠da comunidade, é de ouro realçando a importância da fé que sempre norteou a vida deste povo.
O contra-chefe de prata, recorda as areias da restinga e o subsolo marinho. A ponta ondada de azul lembra as águas representadas por seu intenso litoral, o mar com suas belas praias e as lagoas. Evoca também a pesca, fonte da economia das comunidades litorâneas tanto marinhas quanto lacustres.

















